há 1 mês

O poder das vendas e como elas movem o mundo

O poder das vendas e como elas movem o mundo

Foi em sua primeira experiência profissional, como vendedora em uma loja de roupas em Porto Alegre, quando fazia cursinho para o vestibular, que a três-maiense Grasiela Ceccon Rambo diz ter se apaixonado pela área de venda.

“Ficava encantada a cada novo cliente, novas histórias, trocas e aprendizados e em poder auxiliar e conduzir pessoas a resolverem seus problemas. Ali compreendi o poder das vendas e como elas movem o mundo. Esta experiência me fascinou e compreendi, ainda que com pouca idade, que meu propósito de vida era ajudar pessoas e negócios a evoluir”, destaca Grasiela.

Por isso, hoje, antes de qualquer outro título, ela se posiciona como vendedora. “Gosto muito da expressão ‘Nada acontece até que uma venda seja feita’, de Red Montley, de 1946, que credita a justa importância que profissionais de vendas possuem para empresas e consumidores. Possuir competências para vendas é, sem sombra de dúvidas, um diferencial competitivo. Negociamos todos os dias, conosco ou com outras pessoas, vendendo nossa imagem, ideias, projetos, produtos ou serviços.”

Para ela, estar à frente dos negócios, pensando e alinhando as estratégias das empresas, não é tarefa fácil. “Esta prática se tornou ainda mais intensa com a velocidade das inovações ao redor do mundo, exigindo um olhar atento e focado sobre como cada mudança pode estar afetando positiva ou negativamente as empresas”, complementa.

Aliado a isso, Grasiela afirma que os profissionais também precisam olhar para si, buscando evoluir e se desafiar constantemente para estarem alinhados com as tendências e oportunidades e se destacarem no mercado. “E é aí que eu entro em cena! Atuo há mais de 20 anos com desenvolvimento humano, e nesta trajetória percebi o quando estar olhando para si e para o negócio foi e será sempre um diferencial de sucesso. Nesta jornada nunca parei de estudar e aprender, e indico fortemente esta conduta às pessoas: lifelong learning, que significa ‘aprendizado ao longo da vida’”.

A administradora, que atualmente é associada da Unitec, tem em seu portfólio atuações como mentora e instrutora em processos de vendas, gestão, liderança e inovação. “Passei a integrar o time de profissionais da Unitec no ano de 2020, pois buscar novos desafios e oportunidades deve ser uma constante. Me movimenta conduzir pessoas e processos, transformando ideias e sonhos em realidade”, reitera.

Ela explica que, por meio da mentoria, se desenvolvem e lapidam-se competências de forma estratégica, como apoio e orientação para levar as empresas e os profissionais a encontrarem seus pontos fortes, compreenderem suas falhas, se realinharem e, neste contexto, se reposicionarem no mercado.

Já as capacitações têm o propósito de levar novos e atualizados conhecimentos às equipes, capacitando os profissionais a desempenharem com qualidade suas funções e os preparando para lidarem com os desafios.

Quer dar uma guinada na sua carreira e no seu negócio? Entre em contato com a Unitec pelo telefone/WhatsApp (55) 3535-2052 ou pelo e-mail [email protected]
 

Texto: Assessoria de comunicação Unitec
Jaqueline Peripolli / Jornalista MTE 16.999
Foto: Divulgação


há 1 mês

Plantabilidade perfeita expressa o potencial produtivo das culturas

Plantabilidade perfeita expressa o potencial produtivo das culturas

Você já ouviu falar sobre plantabilidade? Atualmente em evidência, este assunto já vem sendo tratado desde a antiguidade, de onde vem o ditado popular ‘se nascer bem-nascido já é meia colheita’.

A explicação é do especialista em plantabilidade Marcos Haerter, associado da Unitec. Ele ressalta que muitos ainda não conseguem entender a real importância da operação. “Nada é capaz de reverter um plantio mal feito. E somente com uma plantabilidade perfeita podemos expressar todo o potencial produtivo das culturas, sejam elas milho, soja, trigo ou qualquer outra.”

Segundo Haerter, para melhorar o entendimento sobre plantabilidade, é preciso entender o que de fato uma semente precisa para germinar e emergir com todo o seu vigor. “Para tanto, podemos citar as sábias palavras do nosso amigo e saudoso Dirceu Gassen: ‘Nós devemos pensar como planta, devemos entender as plantas’.”

Logo, partindo deste princípio, o profissional diz que é importante lembrar que, para uma boa plantabilidade, a lavoura deve ser dessecada com no mínimo 30 dias de antecedência, pois, ao contrário do que se imagina, as raízes das culturas antecedentes, quando verdes e integras, são extremamente compactantes, deixando o solo com muitos torrões e bolsas de ar, o que é muito prejudicial para a emergência das plantas, que muitas vezes gastam muita energia e vigor para poder emergir.

“Outro ponto importante é a distribuição da palhada na colheita das culturas antecessoras, pois um solo descoberto de proteção de palha pode chegar até os incríveis 72°C de calor, o que compromete qualquer forma de emergência e permanência de uma nova planta. Mas, por outo lado, onde temos o acumulo de palhada, existe o problema de envelopamento, pois o sistema de corte da palhada das semeadoras não é capaz de o fazer, e deixando as sementes envolto de palha não se consegue contato suficiente com o solo. Além de que, podemos ter o problema de embuchamento, o que compromete a qualidade e o rendimento operacional”, destaca Haerter.

Para a instalação de uma lavoura de alta produtividade, ele ressalta que o produtor rural não pode esquecer da qualidade das sementes, que devem possuir alta germinação e vigor; o ideal é que seja a cima de 90ºC. Onde o “vigor” é o item de maior importância, pois é ele que garante a energia necessária para a emergência de plantas fortes e vigorosas.

Sobre a atividade de operação da semeadora, o profissional afirma que é importante, primeiramente, abordar sobre as revisões preventivas e necessárias para um plantio ‘na calma’, pois a velocidade ideal de plantio não deve ser superior a 5 km/h (cinco quilômetros por hora), pois tanto as semeadoras mecânicas ou pneumáticas precisam cortar a palhada, abrir o sulco, depositar a semente, fechar o sulco e tirar as bolsas de ar de quase 1.5 m/s (um metro e meio por segundo).

“Considerando que se esteja largando 15 sementes por metros de uma determinada variedade, a mesma terá que disparar quase 23 sementes por segundo, totalizando quase 1400 sementes por minuto e mais de 80.000 sementes por hora por linha”, calcula.

Ele ainda salienta que, para conseguir altas produtividades, é necessária uma emergência em tempo único, ou seja, que todas as plantas emerjam na mesma hora, ou melhor, no mesmo minuto, para evitar o problema de plantas dominadas, que mais atrapalham do que ajudam na produtividade.

Haerter, que também é instrutor do Senar-RS na área de mecanização agrícola e produtor rural, revela que, nos últimos dez anos, as variedades de soja tiveram um acréscimo de 100% na capacidade produtiva, mas tiveram uma redução de 20% no ciclo, pois reduziram de 150 dias, em média, para 120 dias. Além disso também reduziram em 40% a área folhar e o volume de raízes em 27%. Assim, o poder de compensação das variedades está muito pequeno, ou quase zero.

“E para podermos usufruir dos ganhos de produtividade que a genética proporciona, precisamos melhorar muito a nossa qualidade de plantio, pois números do Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB) nos mostram que as perdas de produtividade por problemas hídricos estão em torno de 10 a 12%, mas as perdas de produtividade por problemas de manejo, e em especial o plantio, passam de 30%. E é aí que vale o que comentei no início: nada substitui um plantio mal feito”, finaliza.
 

Texto: Assessoria de comunicação Unitec
Jaqueline Peripolli / Jornalista MTE 16.999
Foto: Divulgação